quinta-feira, 10 de junho de 2010

LUZ NA ESCURIDÃO


Um dia, um menino de três anos estava na oficina do pai, vendo-o fazer arreios e selas. Quando crescesse, queria ser igual ao pai. Tentando imitá-lo, tomou um instrumento pontudo e começou a bater numa tira de couro. O instrumento escapou da pequena mão, atingindo-lhe o olho esquerdo.
Logo mais, uma infecção atingiu o olho direito e o menino ficou totalmente cego.

Com o passar do tempo, embora se esforçasse para se lembrar, as imagens foram gradualmente desaparecendo e ele não se lembrava mais das cores. Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro.

Ia para a escola e todos se admiravam da sua memória. De verdade, ele não estava feliz com seus estudos. Queria ler livros. Escrever cartas, como os seus colegas. Um dia, ouviu falar de uma escola para cegos.

Aos dez anos, Louis chegou a Paris, levado pelo pai e se matriculou no instituto nacional para crianças cegas. Ali havia livros com letras grandes em relevo. Os estudantes sentiam, pelo tato, as formas das letras e aprendiam as palavras e frases. Logo o jovem Louis descobriu que era um método limitado. As letras eram muito grandes. Uma história curta enchia muitas páginas. O processo de leitura era muito demorado. A impressão de tais volumes era muito cara. Em pouco tempo o menino tinha lido tudo que havia na biblioteca.

Queria mais. Como adorava música, tornou-se estudante de piano e violoncelo. O amor à música aguçou seu desejo pela leitura. Queria ler também notas musicais.

Passava noites acordado, pensando em como resolver o problema. Ouviu falar de um capitão do exército que tinha desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. A escrita noturna consistia em conjuntos de pontos e traços em relevo no papel. Os soldados podiam, correndo os dedos sobre os códigos, ler sem precisar de luz.

Ora, se os soldados podiam, os cegos também podiam, pensou o garoto. Procurou o capitão Barbier que lhe mostrou como funcionava o método. Fez uma série de furinhos numa folha de papel, com um furador muito semelhante ao que cegara o pequeno.

Noite após noite e dia após dia, Louis trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoando-o. Suportou muita resistência. Os donos do instituto tinham gasto uma fortuna na impressão dos livros com as letras em relevo. Não queriam que tudo fosse por água abaixo.

Com persistência, Louis Braille foi mostrando seu método. Os meninos do instituto se interessavam. À noite, às escondidas, iam ao seu quarto, para aprender. Finalmente, aos 20 anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos.

O método Braille estava pronto. O sistema permitia também ler e escrever música. A ideia acabou por encontrar aceitação. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo: "Tenho certeza de que minha missão na Terra terminou."

Dois dias depois de completar 43 anos, Louis Braille faleceu. Nos anos seguintes à sua morte, o método se espalhou por vários países.

Finalmente, foi aceito como o método oficial de leitura e escrita para aqueles que não enxergam. Assim, os livros puderam fazer parte da vida dos cegos. Tudo graças a um menino imerso em trevas, que dedicou sua vida a fazer luz para enriquecer a sua e a vida de todos os que se encontram privados da visão física.

Há quem use suas limitações como desculpa para não agir nem produzir. No entanto, como tudo deve nos trazer aprendizado, a sabedoria está, justamente, em superar as piores condições e realizar o melhor para si e para os outros.

Autor desconhecido

Fonte da imagem: Internet

terça-feira, 4 de maio de 2010

FILOSOFIA DO SUCESSO

Se você pensa que é um derrotado, você será um derrotado.

Se você não pensar, quero a qualquer custo,

Não conseguirá nada.

Mesmo que você queira vencer, mas pensa que não vai conseguir.

A vitória não sorrirá para você.


Se você fizer as coisas pela metade

Você será um fracassado.

Nós descobrimos neste mundo que o sucesso começa pela intenção da gente,

E tudo se determina pelo nosso espírito.


Se você pensa que é um malogrado você se torna como tal.

Se você almeja atingir uma posição mais elevada

Deve, antes de obter a vitória

Dotar-se da convicção de que conseguirá infalivelmente.


A luta pela vida, nem sempre é vantajosa aos fortes, nem aos espertos

Mais cedo ou mais tarde.

Quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente: EU CONSEGUIREI.





Napoleon Hill


Fonte da imagem: Internet



terça-feira, 27 de abril de 2010

SÓ A FÉ NÃO BASTA, É PRECISO AÇÃO.


Num vale, bem longe da cidade, morava um homem piedoso que tentava viver em harmonia com a vontade de Deus. Um dia sobreveio uma grande tempestade. A chuva parecia que nunca mais ia parar e todo o vale foi sendo inundado. Quando as águas começaram a subir, o homem buscou refúgio no segundo andar da sua casa. Mas a chuva continuou, inclemente, e logo ele se viu obrigado a subir no telhado da casa. Foi quando apareceu uma canoa de salvamento para levá-lo a um lugar seguro. O homem, porém, mandou a canoa embora, dizendo
– Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim.
A contragosto, os homens da canoa partiram. A tempestade, no entanto, continuou, e logo as águas já chegavam ao seu pescoço. Um segundo bote de salvamento apareceu, mas foi dispensado da mesma maneira: "Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim."
A chuva não dava sinais de se abater. As águas haviam subido tanto que o homem mal podia respirar pela boca e nariz, quando apareceu um helicóptero sobrevoando a região. Lançaram lá de cima uma escada de cordas para que subisse.
– Suba – insistiram os homens do helicóptero. – Nós o levaremos a um lugar seguro.
– Não – gritou o homem, repetindo as mesmas palavras. – Tenho plena fé em Deus. Rezo sem cessar e acredito e confio que Ele cuidará de mim. – E mandou o helicóptero embora.
Mas a chuva não parou. As águas continuaram subindo e, por fim, o homem acabou morrendo afogado.
Foi para o céu. Passado não muito tempo concederam-lhe uma entrevista com Deus. Ao ser introduzido à presença do Todo-Poderoso, o homem falou da sua perplexidade.
– Senhor, eu tinha tanta fé em Vós. Eu acreditei em Vós de todo o meu coração. Orei sem cessar e procurei seguir a Vossa vontade. Simplesmente não entendo o que aconteceu.
Deus então coçou a cabeça e disse:
– Também não entendo. Eu lhe enviei dois botes de salvamento e um helicóptero!


Do livro: Histórias da Alma, Histórias do Coração - Christina Feldman e Jack Kornfield

Fonte da imagem: Internet

quarta-feira, 31 de março de 2010

POR QUE AS PESSOAS SOFREM?


— Vó, por que as pessoas sofrem?

— Como é, minha neta?
— Por que as pessoas grandes vivem bravas, irritadas, sempre preocupadas com alguma coisa?
— Bem, minha filha, muitas vezes porque elas foram ensinadas a viver assim.
—Vó...
—Oi...
— Como é que as pessoas podem ser ensinadas a viver mal? Não consigo entender. Na minha escola a professora só me ensina coisas boas.
— É que elas não percebem que foram convencidas a ser infelizes, e não conseguem mudar o que as torna assim. Você não está entendendo, não é, meu amor?
— Não, Vovó.
— Você lembra da estorinha do Patinho Feio?
— Lembro.
— Então... o Patinho se considerava feio porque era diferente. Isso o deixava muito infeliz e perturbado. Tão infeliz, que um dia resolveu ir embora e viver sozinho. Só que o lago que ele procurou para nadar havia congelado e estava muito frio. Quando ele olhou para o seu reflexo no lago, percebeu que ele era, na verdade, um maravilhoso cisne. E, assim, se juntou aos seus iguais e viveu feliz para sempre.
— O que isso tem a ver com a tristeza das pessoas?
— Bem, quando nascemos, somos separados de nossa Natureza-cisne. Ficamos, como patinhos, tentando aceitar o que os outros dizem que está certo. Então, passamos muito tempo tentando virar patos.
— É por isso que as pessoas grandes estão sempre irritadas?
— É por isso! Viu como você é esperta?
— Então, é só a gente perceber que é cisne que tudo dará certo?
— Na verdade, minha filha, encontrar o nosso verdadeiro espelho não é tão fácil assim. Você lembra o que o cisnezinho precisava fazer para poder se enxergar?
—O que?
— Ele primeiro precisou parar de tentar ser um pato. Isso significa parar de tentar ser quem a gente não é. Depois, ele aceitou ficar um tempo sozinho para se encontrar.
— Por isso ele passou muito frio, não é, vovó?
— Passou frio, fome e ficou sozinho no inverno.
— É por isso que o papai anda tão sozinho e bravo?
— Não entendi, minha filha?
— Meu pai está sempre bravo, sempre quieto com a música e a televisão dele. Outro dia ele estava chorando no banheiro...
— Vó, o papai é um cisne que pensa que é um pato?
— Todos nós somos, querida. Em parte.
— Ele vai descobrir quem ele é de verdade?
— Vai, minha filha, vai. Mas, quando estamos no inverno, não podemos desistir, nem esperar que o espelho venha até nós. Temos que exercer a humildade e procurar ajuda até encontrarmos.
— E aí viramos cisnes?
— Nós já somos cisnes. Apenas temos que deixar que o cisne venha para fora e tenha espaço para viver e para se manifestar.
— Aonde você vai?
— Vou contar para o papai o cisne bonito que ele é!
A boa vovó apenas sorriu!


Autor: Marco Antonio Spinelli - Psiquiatra e Psicoterapeuta

Fonte da imagem: Inernet

segunda-feira, 22 de março de 2010

O PODER DOS SISTEMAS FAMILIARES

Ao vir ao mundo no seio de uma família, não herdamos somente um patrimônio genético, mas sistemas de crença e esquemas de comportamento. Nossa família é um campo de energia no interior do qual evoluímos. Cada um, desde seu nascimento, ocupa aqui um lugar único. Do mesmo modo que os aviões aguardando em cima de um aeroporto atravancado – cada um à velocidade e altitude que lhes são próprias (momentos que parecem intermináveis para os passageiros) -, nós somos, também, mantidos em nosso campo familiar pessoal e individual num nível determinado, que entrava ou faz crescer a nossa disposição para ser feliz, escolher livremente ter êxito naquilo que empreendemos, para fazer durar os relacionamentos agradáveis, a saúde, o bem-estar e também as doenças. Acontece que experimentamos os sentimentos de termos sidos mantidos nos esquemas problemáticos desde tempos imemoriais. As constelações familiares nos dão oportunidade de compreender os esquemas em seu nível mais profundo. Elas permitem que nos libertemos, ao mesmo tempo que encontramos a paz e a felicidade.

A natureza do nosso campo de energia familiar é determinada pela história da nossa família, principalmente sua religião e suas crenças, em outras palavras, sua consciência. Nosso país de origem, a religião em meio à qual nascemos, também desempenham um papel. Essa natureza é moldada por acontecimentos marcantes, como a história dos relacionamentos dos pais e dos avós, morte de uma criança muito nova, aborto, parto prematuro, adoção, suicídio, guerra, exílio forçado, troca de religião, incesto, antepassado agressor ou vítima, traição, ou mesmo a confiança. As ações generosas e altruístas de nossos pais e de nossos antepassados são saudáveis para nós, enquanto suas más ações modificam o campo energético familiar, obrigando as gerações posteriores a pagar o preço. Entre as más ações estão: adquirir bens de forma duvidosa, trapacear ou roubar, pertencer a uma corporação cuja função envolva matar (como o exército, por exemplo), as diferentes formas de violência, a internação psiquiátrica ou a prisão de membros da família, os acidentes que terminam em morte, renegar sua religião ou seu país.

O comportamento dos nossos antepassados em relação às mulheres ou aos homens afeta nossa aptidão para criar bons relacionamentos. A ausência de respeito e da gratidão a que nossos antepassados têm direito também altera o campo de energia. O provérbio bíblico “até a terceira e quarta geração” confirma-se nas constelações familiares. Pode até ser que a influência decorra daí.

Imersos no campo energético familiar, ignoramos sua influência que permanece fora da nossa consciência. Estamos presos a comportamentos e atitudes que nos derrotam e incitam a cometer atos que não compreendemos e dos quais acabamos por nos arrepender.

As constelações familiares nos ensinam que a nossa família é a nossa sina. Entretanto, não estamos irremediavelmente presos a essa sina e podemos alcançar a cura. Ao compreendermos os mecanismos desse processo, ficamos na posse do poder de controlar o nosso comportamento a fim de evitar sofrimento para gerações futuras.

MANNÉ, Joy.  As constelações familiares em sua vida diária. São Paulo: ed. Cultrix, pag. 15, 16 e 17.

Fonte da Imagem: Internet
 
 

quinta-feira, 11 de março de 2010

OS QUATRO ELEMENTOS DO TEMPERAMENTO - COMO ELES DETERMINAM NOSSAS ATITUDES


Compreender a nossa verdadeira natureza, através dos temperamentos, ou seja, os múltiplos “temperos” e “temperaturas” que cada pessoa tem em suas atitudes, pode-lhe proporcionar uma profunda compreensão de tudo que não é saudável em sua vida.

Seguir os princípios da “Mãe Natureza” já é o bastante para um perfeito equilíbrio, observe: uma semente necessita de terra, água, ar e luz solar (fogo) para se manifestar e florescer. Você funciona da mesma forma, ou seja, necessita estar equilibrado com os quatro elementos para seu temperamento reagir de forma plena e equilibrada. Mas, e se algum dos elementos – fogo, terra, água ou ar – estiver em falta ou em excesso no seu corpo?

Identificamos no nosso dia-a-dia inúmeros casos em relação à diversidade de temperamentos das pessoas. Existem aquelas que são “fogo de palha” ou não realizam seus objetivos; pessoas “aguadas” e choronas, como também as “aéreas” e avoadas, ou que não param de pensar nem quando vão dormir.

Descubra como equilibrar as manifestações dos temperamentos e viver coerente com a sua natureza.

Os quatro elementos são parte de nossa própria evolução. Quando perdemos o contato com o elemento fogo, perdemos a ligação com o processo criativo e a noção primária das nossas mônadas espirituais que nos alimentam. Não só de pão vive o homem.

O trabalho com os Florais do Universo Joel Aleixo – Florais Básicos, Florais Compostos e Florais dos Elementos resgatam esse histórico evolutivo dentro do indivíduo e restabelece o contato com esses elementos, pois os carrega dentro dele mesmo.

Quer saber mais sobre o tratamento com os Florais Alquímicos?

Contato: (13) 9148-7260 e e-mail: nadir.paes@yahoo.com


Fonte da imagem: Internet

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

SISTEMA DE FLORAIS ALQUÍMICOS JOEL ALEIXO

“Os Florais Joel Aleixo são os únicos do mundo a usar os princípios da Alquimia para extrair, artesanalmente, a essência das flores. Nossa contínua pesquisa relacionando Florais e Alquimia gerou um sistema que dá provas diárias de sua eficácia em lidar com uma variedade imensa de problemas psíquicos e físicos que têm sua origem no simples desajuste nos nossos fluxos de energia vital.

Todos os produtos Joel Aleixo são produzidos artesanalmente de acordo com os princípios da Alquimia. O plantio das flores é feito em canteiros na forma de mandalas e as flores são colhidas de acordo com a lunação. Após a colheita, a planta é colocada em um barril de carvalho com álcool de cereais. Ali ela permanece durante 28 dias, ou seja, um ciclo lunar completo. A partir dessa etapa, cada floral é criado de acordo com fórmulas e procedimentos específicos da Alquimia.

As técnicas alquímicas usadas nas plantas extraem delas a energia viva que não atua apenas sobre os sintomas dos desequilíbrios, mas na origem deles. Os florais do Sistema Joel Aleixo despertam as potencialidades do usuário e o fortalecem para que ele possa lidar com o que provoca sofrimento. Dessa forma, as essências ajudam as pessoas a reencontrar bem-estar, equilíbrio e conforto diante de uma variedade de problemas físicos e emocionais.”

Conheçam de forma mais detalhada o Universo dos Florais Alquímicos de Joel Aleixo, visitem o site: http://www.joelaleixo.com/           

Busca de Terapeuta - Nadir Paes